Na viagem desta nossa vida, não podemos imaginar que os amigos que viajam conosco estarão sempre conosco ou que estarão sempre a nosso favor.
Para aqueles que foram decepcionados e feridos por amigos, falar de amizade apenas convida ao cinismo. Ninguém pode ter tido mais motivos para ser cínico, em relação a amigos, do que Jesus.
Ele fez doze amigos íntimos em sua vida terrena.
Um destes o traiu, outro negou conhecê-lo, e todos o abandonaram na hora em que mais precisava deles.
Contudo, na última refeição que partilhou com eles, disse-lhes:
“Vós sois meus amigos” (João 15.14). Jesus não era ingênuo quanto à amizade.
Ele conhecia as pessoas. Ele conhecia seus amigos.
Ele conhecia as fraquezas deles.
Mas ainda assim, os chamava de amigos...
Amigos que hoje nos decepcionam, poderão, amanhã aparecer como uma bênção de Deus!
Um país não morre pela invasão ou ocupação de suas fronteiras.
Uma Nação não se decompõe por traumas ou agressões de terceiros.
Uma pessoa não se degrada pelo ambiente em que vive ou pelas adversidades que enfrenta.
Tais coisas não são vulcânicas. São lentas, silenciosas e revestidas, não raro, de aparências agradáveis.
No Brasil de hoje, fiquem certos, já ruíram nossas defesas orgânicas, emocionais e psicológicas. Temos uma noção muito estreita da democracia e da essência que a sustenta.
O templo não faz do freqüentador santo ou virtuoso. Instituições formais não fazem melhores ou piores os governos, as leis ou as sentenças judiciais.
A reeleição de Lula é modelar exemplo da lenta degradação porque passamos. O quadro atual acentua, sem pudores nem culpas, a extinção do débil farol que alertaria lideranças e povo da rota a seguir e do porto mais seguro. A honra é carga inútil, a boa conduta um estorvo, a lealdade aos princípios pessoais, coletivos e políticos uma ingenuidade ou algo a desconfiar:“O que há por detrás dessa “falsa aparência” de retidão?”
Não se aceita a determinação e os atos corretos tal como são. Eles hão de serem, necessariamente, arapucas para o seu avesso: a vantagem ilícita, a traição ou o que for de viciado e sujo.
Não espero que Lula perca prestígio aconteça o que acontecer. Escolhemos, pelo menos em curto prazo, um estilo, uma desenvolta maneira de, mais do que aceitar os desvios de cima, deles fazer um exemplo a ser seguido e admirado.
Pouco importa que a Federação se esboroe que se vede a fresta estreita da liberdade de informação, pois a de opinião, já não existe.
Viceja o escapismo.
Discussões ecológicas tão agradáveis e populares; o eucalipto; o nome da rosa.
Ocupar espaços dá trabalho e se lida, com extremado ardor, de temas como a sobrevivência da terra, da água e do ar.
Nos dedicamos a séria pesquisa da vida, da paixão e da morte do agrião.
Coisas tão inadiáveis quanto descobrir o sexo dos anjos.
“Se você colocar um sapo numa panela com água fervente, ele reagirá rapidamente e pulará fora da panela. Porém, se você colocar o mesmo sapo numa panela com água fria e colocar essa panela no fogo, o sapo não pulará. Ficará quieto sentindo a água esquentar, esquentar, esquentar até que morrerá cozido”.
Até aqui uma pequena estória, contada há muitos anos e tornada famosa nos livros de Peter Senge. Ela nos concede uma boa lição: - O perigo de não percebermos uma situação perigosa quando ela traz suas graves conseqüências lentamente. Muitas pessoas e empresas e até a nossa querida Pátria (com todo o seu povo), podem estar sofrendo dessa síndrome. A “Síndorme do Sapo Cozido”.
Basta que observemos, por exemplo, a nossa situação do mercado (se não quisermos olhar para o nosso GOVERNO). No mercado existem os problemas com a concorrência, os problemas de qualidade, entre outros. Tais problemas não ocorrem de uma hora para outra. Porém as pessoas e empresas, em geral, não se apercebem, de imediato, do risco fatal que estão correndo e ficam esperando para ver o que vai acontecer.
Até percebem que o ambiente está “esquentando” porém, não têm a atitude correta de pular logo para outra situação e agir rapidamente para não morrerem cozidos.
A melhor atitude que poderemos ter hoje em dia, numa época de extrema competição e rapidez é procurar perceber as mudanças e mudar.
Temos que desenvolver em nós uma aguçada percepção para sabermos a hora exata de mudar, de criar novas situações, de reinventar o que fazemos. Do contrário, morreremos cozidos.
Nesta nova semana, por favor, pense nisto:
- Não estaremos nós também com a síndrome do sapo cozido?
- Estamos prestando toda a atenção ao ambiente de negócios em que vivemos para mudarmos rapidamente?
- Temos consciência de que a pior atitude que podemos ter é esperar demais?
Pense nisso.
(Adaptado por Elio E. Müller, do texto de Luiz Marins Filho, em ILUMINA & ILUMINNA)
Conta-se que por volta do ano 250 a.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula:- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu: - Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: - Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da china.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc..
O tempo passou e jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
Como filhos, legítimos, do Brasil, aquele a quem ofertamos a própria vida se necessário for, temos a obrigação de defendê-lo, seja quais forem as ameaças, maquiadas ou descaradas como sói acontecer ultimamente.
Com justo orgulho, qual de nós não se recorda daquele dia engalanado, empertigado diante do Pavilhão Nacional, com o braço estendido, a voz embargada e os olhos molhados, em que juramos com nossos corações apaixonados fidelidade imensurável.
A morte não passa de um simples incidente. Uma aventura que só terá valido a pena para aqueles que souberam dignificar a vida. Inevitável, ela um dia tornará inerte, sem exceção, esses nossos passageiros corpos. Portanto, não devemos nos conformar em fazer parte do passado que esmaece mas sim, buscar a imortalidade através de exemplar legado.
Vossas Excelências têm, hoje, a oportunidade da contrectação da abjeta soberania que nos governa, decidindo os rumos da Nação brasileira que, contrista, implora por aquele prometido voto de fidelidade. Diante dos fatos que não param de fermentar no fosso indecoroso dos três poderes da falaciosa república, ensejamos que concordem e se consternem com tamanho desvario.
Aguardando as vossas ordens, uma legião de civis e militares, ordeiros, honestos e produtivos, sem bonésde movimentos oportunistas, sem foices ou martelos, sem bolsas eleitoreiras, está certa de que a nós não será imposto o holocausto do interesse espúrio de estrelas vermelhas, pelo menos enquanto se mantiverem íntegros os arautos da verdadeira democracia.
Nosso país é azul da cor do Céu, verde como a esperança de uma nação eternamente livre, amarelo como a riqueza que nos é roubada de maneira esquizofrênica, branca como a paz que sempre coloriu os destinos dessa plaga.
Que os nossos filhos e netos, assim como nós, jamais sintam vergonha dos pais e avós.
Que a nossa memória seja um tesouro. Que a nossa conduta seja um caminho. Que a nossa luta seja um exemplo. Que a nossa voz seja do povo o brado forte retumbante e o sol da liberdade em raios fúlgidos, brilhe no céu da Pátria para sempre, mantendo acordado esse gigante adormecido.
Por fim, senhores Generais, que o Deus Pai Todo Poderoso tenha piedade de nós e ilumine as vossas decisões para o bem do nosso querido Brasil.
1. Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.
2. Um com Deus é maioria.
3. Se quiser ficar desanimado olhe para si, se quiser ficar decepcionado olhe para os homens, mas se quiser ser salvo olhe para Jesus.
4. Vale muito mais uma porta fechada por Deus do que uma aberta pelo diabo.
5. Você quer ajudar? Então se envolva com quem precisa de ajuda. Quer fazer a diferença? Seja diferente. Quer ser usado por Deus? Esteja disponível.
6. Nunca ponha um ponto de interrogação onde DEUS já colocou um ponto final.
7. Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.
8. Deus não fala com pessoas apressadas e sem tempo.
9. Com Jesus, jamais uma desgraça será a última noticia.
10. Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.
11. Só terei tudo de Deus, quando Ele tiver tudo de mim.
12. Sou apenas um detalhe, mas com Jesus, faço a diferença.
13. A fé ri das impossibilidades.
14. A fé não nasce com uma quantidade de fatos que uma pessoa ouve a respeito de Deus. Há pessoas que se convertem com um folheto apenas, enquanto outras irão para o inferno conhecendo a Bíblia inteira.
15. Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.
16. Perdoar é a melhor maneira de vingar-se.
17. A mágoa olha para trás, a preocupação olha em volta, a fé olha para cima.
18. O tempo é de longe mais valioso que o dinheiro, porque o tempo é INSUBSTITUÍVEL.
19. Não temas a pressão, lembre-se que é ela que transforma o carvão em diamante.
20. A Bíblia nos foi dada para nos dar conhecimento e mudar nossa vida.
21. O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.
22. Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS. Nem tudo o que acontece é de Sua vontade, mas nada acontece sem Sua permissão.
23. Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.
Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?
Como é que ele consegue isso?
Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e, talvez, até quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho. Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa. Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar. O joelho dobrado é que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa. É uma maravilha, não é?
Que desenho incrível o Criador fez para segurar o passarinho!
Mas, não é tão diferente em nós.
Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de doisjoelhos dobrados.
Joelhos dobrados em oração.
Se algumas vezes você se vê emaranhado de problemas que o fazem perder afé, que o fazem desanimar de caminhar, então se conscientize de uma vez por todas e, não caminhe mais sozinho . . .
Jesus quer fortalece-lo. Ele quer caminhar consigo por toda a sua vida.
É Ele quem tem o poder de renovar as suas forças e a sua fé.
Se o Pai Celeste cuida de um passarinho, imagina o que Ele não fará por você, que é Seu amado filho e, pelo qual Ele deu a própria vida.
Que a estrada se abra à sua frente, Que o vento sopre levemente em suas costas, Que o sol brilhe morno e suave em sua face, Que a chuva caia de mansinho em seus campos. E até que nos encontremos de novo... Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos.